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16-02-2017

O silêncio de um feitiço..........

O espelho da porta que volta nas minhas mãos, tenta ser o que o limita o sentido do orgulho, por ter a diferença no rosto, que vive no oposto à sua frente, a esperar o que passa pelo caminho.

- Que podemos dizer?

As palavras frias na manhã que não estava lá, espreita já a janela do seu tempo.

Afastar os cabelos na minha relutância, à medida que nos afastamos, e acompanhar a dor por mim, a perder o sorriso que fica na memória de uma maneira que quis sempre acreditar, no que mostra o anoitecer.

Despertar de mim próprio, na viagem a escolher o sono, que imagina o que olha, no interior à procura de vontade.

Na luz encostada à janela, que tiver as chaves da música que retorna à realidade, viverá no que parece uma janela sem mensagem.

Se tentasse não fazer o que devia ter.... parecia desenhar os momentos por sonhar.

O que fosse o segredo de um tempo encantado, atende o sonho na certeza que é o que quis pensar.

As memórias por desfrutar, podiam ver-se no fundo do lago, que sabia as palavras no limite do prazer.

As barreiras impossíveis não se lembravam das dúvidas.

- Eu quero sonhar! Eu quero responder ao limite de um corpo na emoção. que encontra o outro corpo que apertou na distância.

- Quanto parecia a sua nudez que beija o que lembra o seu significado.

O silêncio de um feitiço.....

 

13-02-2017

O desapego que não sabe onde está o coração

O desapego que não sabe onde está o coração, abraça o medo no sofrimento que sugere o equilíbrio que possuímos no interior da verdade.

Perante a realidade quando ficamos no que deveríamos ter deixado, na evolução do essencial, que busca o que seja pelo que for a tomada de decisões.

O invisível que chama o acaso, no esforço que descansa a serenidade, que aprende a lição de nós mesmos e busca o que acenderá a luz em mim, no diamante que se aproxima do que vai amadurecendo na erosão.

O que pode ser a tarefa no sentido que pensa a nossa vida, serve o que surge no despertar que prepara o balanço da vida, na maneira de pensar o que estava na alegria que é a memória, que coordena os sentidos, na perceção das emoções que surgem na vida, conforme o que não pertence às dificuldades da expressão da personalidade.

 

12-02-2017

Nas tuas palavras... que tocou a fonte

Consegui encontrar no teu coração, o que acreditava que existia.

O que desviou o olhar que perguntou pelos teus lábios, nas tuas palavras que não foram o que tocou, deteve-se no desejo que começara surpreendido no teu nome.

Encontrar a etiqueta das tuas ações, que se enquadravam no que estavas a sentir, desejou ainda mais acariciar o que parecia e que fez o romantismo, de saber refletir o que iríamos ver no desafio que estava onde sabemos que esperava, na fonte da  tua morada, a percorrer o que imaginávamos ser, que se tornou o gosto que encontrou distante o que não queria deixar.

O teu olhar que vive sozinho, partiu o beijo que deveria ter na respiração que também foi o que tinha tocado nos meus lábios.

Queria que soubesses o que chama o amor, que fazia sentir a silhueta de algo que não consegue entrar no que aconteça.

Estava por perto o que sabíamos que íamos ver, que foi a minha letra como que parecer, que não podíamos negar no aperto que falou cara a cara, em tudo o que fosse o que disse, que me dava poder falar na eternidade.

A luz de uma mulher linda que serve o que vai dizer o coração.

O que começámos a oferecer no impacto do que é possível, que não é preciso memorizar na visão bem sucedida que ajudou quando conseguimos um momento na história que perseguimos, na contemplação do olhar na quietude, como disseste na fonte que se tornou.

 

12-02-2017

O que descreve o que havia...

Excerto do livro " Despertar"

 

Os pensamentos sombrios que praticam o que egoisticamente damos, nas palavras que acharmos que podemos sentir, na existência da esperança que supera a realidade em palavras de um desejo, que pensamos que seja o exemplo do que adianta a escuridão, no prazer que descreve a luminosidade dos sintomas que consistem na orquestra do desconsolo, que está sempre dizendo o tempo que pode superar o que possui.

Se estivermos a ter o que podemos mudar, no tempo juntos que arranjamos, na atitude que ficará na ação como pensamos e no modo como sentimos o que poderemos dizer que vamos esperar.

A surpresa que sabe a si mesma, no melhor que começa na esperança, que está diariamente com a fé, para dar o que nos prepara no murmúrio que expande o entusiasmo que parece o que acrescentou o desprendimento que procura as palavras para onde.

O que descreve que havia o que sabe, que parece o que não vai conseguir, onde costuma parar o que não está bem, para manter o que estamos a pensar que ser o eu que perdeu a confiança para assistir a todos os sinais, no que suporta o que sentia, ao encarar a realidade.

 

10-02-2017

Na conversa do olhar

O que acorda na conversa do olhar, pensa o teu corpo no meu para sempre, na resposta que toca a vontade do coração e descansa no amor inigualável.

A realidade em cada palavra, chama o que estava triste de mim, que diz o limite que deixa o que me dá, que sentisse o que chega e acredita que é, nas lágrimas, que se perdem no tempo, que tentam a força na atitude, mas que impede o otimismo.

As aves que voam, libertam o que espera o coração, que passámos no olhar, contemplando a montanha que sabemos possível no desenho.

Aprender o que amamos, na proporção que poderá ser a felicidade.

Gostaria de ter o que poderia supor a perfeição, mas passará o que não tardará no tempo de mim, que deseja orientar o que descobrimos diferente, na vantagem que pode esperar a certeza.

Descrevemos o que faria a inquietude, no momento de fazer, um significado no padrão da harmonia que se torna a esperança, que aconteceria onde está o que flui na visão de ninguém.

 

09-02-2017

Eram flores, eram chamas

O rosto que brilha sozinho, no sorriso do olhar, que aprendeu as palavras que tivesse no que sabia desfrutar, recordaram a tua imagem, que pode pestanejar o pensamento à porta do sentido, que devia ter o teu papel, na certeza que percorreu o caminho que não sabia.

O lugar no infinito, que seja para dizer, fizeram chorar os elogios que trazias no teatro do prazer.

A verdade envolvia o que repetiu no abraço da partilha, que continua a olhar o retrato da parede a apreciar.

São limites do que dizia o sonho. É o amanhecer no olhar.

Fechar os olhos sobre a verdade, na intimidade que entende a intenção.

São palavras que se acrescentam no silêncio.

Encarar o tivesse sido, que não foi, pareciam as palavras na dúvida, que não passavam no círculo da compreensão.

Eram flores, eram chamas, o silêncio na razão de fazer.

No conforto da noite tinha a vida na essência a contar o beijo que não conseguia esconder, que fosse melhor.

Foram segredos nas suas mãos que esvoaçaram na forma que não sabiam que fosse, no nome que abriu a porta a explicar as respostas que tivesse o desejo.

As teclas que o olhar tocava, envolveram o tempo nos seus lábios e espreitaram o que não encontrara na sua vida.

Era manhã, o que parecia a imaginação que apertava a noite nas janelas questionadas onde chega a vontade, dormia no interior, que acontecera.

 

 

07-02-2017

A partir do que somos....

Para ver o sentido da minha cor, na alegria que se assemelha ao amor, devia ser o que sinto no coração e descubro a sensibilidade à procura de casa.

Brilha tanto  a generosidade que não esquece. Para quem tem uma viagem sobre a sua história, que é verdade, na vida como é.

De quem passou diferente, descobrimos em nós a fórmula que pensamos, no sonho dentro de ti, no laço que une as raízes da profundidade, na atração do infinito e no mistério que escapa ao que fazer.

Foi esse amor de quem levou o desejo no encontro a partir do entusiasmo.

A partir do que somos, as palavras acrescentam tempo ao que ouvimos na medida da mensagem, no amor que corre de ti mesma.

A poesia que chama e empurra o significado que procura dentro de ti o que vive no interior, num abraço de um olhar que quer perceber.

O reflexo de um lago escondido em cada pessoa, abraça o que devemos fazer de nós.

Despertar o que sentimos, no ondular do desejo que chama o que nos vai na diferença, que procura o que criamos, no desejo da beleza e no sonho que busca um olhar que pareça o que é dar o amor.

Na intensidade dos contornos, da resposta por dizer, a fogueira ficou para contar a esperança que se cruzou, na perfeição que descobre a imagem de ti.

À espera sobre um dia, que descobre o que souber que somos, no sentimento que disfarça o que continua, a vida que muda na aceitação do que significam os momentos, quem sabe o que está para lá das árvores?

Foi só um sonho.....

 

06-02-2017

O problema que merece a luz

A conquista que somos na união do problema que merece a luz, que precisamos de voltar, no que é diferente em ti, no entendimento que conseguimos recuperar, na oferta da opção que faz parte do risco.

O que ninguém realmente compete na opinião que é a semente no coração, que aprende o equívoco fascinado na individualidade que pode ser o nome que compreendemos no triunfo das lágrimas consequentes, parece perturbado..

Para ser sincero, a concretização do que é verdade no entendimento do céu, que vimos quando vivemos no limite da alegria, não se pode oferecer a alegria na ocasião a dizer que está na altura.

O que esteve e nos indica que nunca apresentou o sentido da vida, precipita o que conhecia o amor.

Quando vivemos na tarefa que reconhece o propósito infindável da vontade, ajuda a levar o corpo que não queremos, no domínio que considera seja o que for.

Na espera que sabe ser o que não foi partilhado, temos sempre a consolação da ilusão do próximo passo que não deve ser o que abdica da liberdade.

- Acho que precisamos de ligar a alguém!

 

06-02-2017

A palavra saudade.....

A palavra saudade é um espaço que se encontra sempre ao despertar, em nós, que nos cativa e que nos dói.

Que importa o que somos, se não somos.

Que importa o que nos perturba se já sabemos.

O que lamentamos na tristeza, deixou a manhã que conhecíamos.

O que não suportamos, não nos surpreende, porque não acreditamos no amor que estava na avidez que não se cura. No stress, para além do prazo que consome e âmbito do tempo.

A forma da saudade, na coragem que ajuda, o que importa no que fazemos.

A natureza que surge no tempo que reconhece o que acolhemos no que semeamos, recorda a palavra saudade no amor, que era o que se converteu no propósito que respira e vive na obsessão de uma ponte de vista, sempre a acontecer.

 

04-02-2017

O tempo sentado no atraso.

Extrato do livro " Amor"

 

O caminho incontável que me olha às escondidas da luz que, sendo semente presente, seria possível na distância do teu nome.

Praticar o que faz compreender e que pode ser a vida que causa o seu corpo, na felicidade de quem ama, são os olhos que constroem o dia-a-dia, no tempo que causa a certeza do que se passa.

Para ser algum tempo, na pessoa que profunda a presença quando aconteceu o que está emaranhado no saber que pode tornar-se o que traz felicidade.

A sua presença, que responde ao impossível, na vontade que sabe e exala um sorriso no coração, que salta e contempla o pôr-do-sol no teu corpo, de uma flor que é bela e floresce no amor de ouvir o meu coração a saltar.

Esperar o que traz e mostra o que poderia ser, é real na vida que está no amor presente, que é a causa do que disse o que aponta onde estava o tempo, que gritou por nós, sentado no atraso que não conseguia perceber.

O que nos fez acordar, passou os dias a conseguir um sorriso no primeiro passo do que não passava pela porta de ti.

 

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