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04-11-2005

Não dar espaço aos pensamentos negativos ...

No mundo dos pensamentos que temos, damos espaço frequentemente aos pensamentos negativos, já que os pensamentos positivos ou construtivos são uma ínfima parte do nosso quotidiano.

O espaço que reservamos aos pensamentos negativos é enorme, sendo proporcional ao tempo livre, ou seja, ao tempo em que não estamos ocupados, ou profissionalmente, ou com hobbies ou mesmo em relações interpessoais.

O problema é o tempo livre, o tempo em que o próprio tempo passa por nós e nos invade.

Nessa altura, o que fazemos habitualmente é pensar; pensar na vida, pensar que não gostam de nós, pensamos que erramos, pensar que a nossa vida não tem significado, pensar que temos azar e os outros é que têm sorte....pensamentos negativos, que crescem sem cessar, como uma bola de neve a deslizar do alto da montanha.

E os pensamentos negativos resultam essencialmente de falta de auto estima, de medo, e permitirmos que os pensamentos negativos corram como um rio.

E esse rio de pensamentos negativos tem que ser travado, têm que ser bloqueados antes de provocarem um estado grande de ansiedade.

A SOLUÇÃO passará por um aumento da auto estima, o combate ao medo e, muito importante, não dar espaço aos pensamentos negativos. Ocupar o espaço com o próprio tempo. Combater o tempo com o tempo, ou seja preenchê-lo totalmente. Ocupar o tempo com actividade profissional ou de outro tipo. Preencher o tempo! Ou seja não dar espaço aos pensamentos negativos.

E, sempre que surgirem esses pensamentos negativos, não os deixar crescer...e isso pode ser feito com auto afirmações, como por exemplo: pensamento negativo, és mau, mau. Varre, varre, para bem longe de mim...! Combater os pensamentos negativos assim que aparecerem com auto afirmações....é um passo mais para vivermos todos os momentos intensamente...

 

04-11-2005

O caminho do ser humano ...

Que viemos fazer a este Mundo? Qual é a nossa missão? Certamente que não poderá ser tão simples e tão básico, como...comer, dormir, fazer amor, reproduzir e sobreviver....

Certamente que existe algo mais; certamente que existe um significado, algo mais....algo!

Eu penso que, ao nascermos, somos colocados, num caminho, o nosso caminho. Teremos diante de nós, um caminho com várias direcções e muitos cruzamentos.

Ao longo do caminho encontramos factores de crescimento e de evolução como seres humanos: são as Oportunidades e os obstáculos. Todos temos oportunidades e todos temos obstáculos. Mas, ao longo da vida, ou caminhada, temos o factor decisivo em termos de qual o caminho a tomar: são as nossas decisões!

Diariamente somos confrontados com a necessidade de tomarmos decisões, sobre isto e sobre aquilo, algumas de menor importância e outras de maior importância. Estas decisões poderão mudar a rota da caminhada, em direcção muitas vezes oposta à direcção inicial estabelecida.

Mas nesta caminhada, encontramos oportunidades, as quais são aproveitadas por umas pessoas e muitas vezes são desperdiçadas por outros seres humanos. Por medo? Por comodismo? Por necessidade? Por opção?

Nesta nossa caminhada da vida, encontramos igualmente obstáculos, de nível diferente e com um grau de dificuldade variável; alguns mesmo intransponíveis, os quais são a causa de depressões graves e até mesmo o suicídio.

De um modo simplista, temos o factor base, chamado PENSAMENTO e o factor chave chamado DECISÃO. São os nossos pensamentos que se irão reflectir nas decisões que tomamos; e são essas decisões que nos levam a escolher o caminho a seguir.

Daqui se conclui que somos nós os responsáveis pelo nosso destino! O nosso destino está nas decisões que tomamos ao longo da caminhada que efectuamos nesta vida.

 

22-10-2005

O que é a inteligência emocional?

Ser inteligente emocionalmente é um item para ser feliz, é um dos componentes para a Felicidade, é um dos segredos das relações interpessoais - é saber viver...

A inteligência emocional, na minha opinião, é decomposta em três componentes : a autogestão emocional, o conhecimento do eu interior e a assertividade/empatia. Basicamente, tem a ver, primariamente, com o conhecimento do interior, o crescimento e a evolução desse eu interior e a relação com o exterior.

E, antes de mais, para efectuarmos a gestão das nossas emoções, temos que nos conhecermos primeiro. Sabermos como somos e o que somos; conhecermos as nossas qualidades e os nossos defeitos.

Temos que reconhecer e identificar as nossas qualidades como ser humano e, se possível, melhorá-las! Mas também temos que reconhecer os defeitos, aceitá-los e, se possível, trabalhá-los de modo a diminui-los o máximo que pudermos. Mas e, sobretudo, ter a coragem de aceitar esses defeitos! Ninguém é perfeito!

E depois, a gestão das nossas emoções! Basicamente, os nossos antepassados reagiam por impulsos: agiam e depois pensavam! Tal como agem os animais. São provocados e reagem à provocação! Que diferença têm a maioria dos seres humanos?

São provocados no trânsito e como reagem? São provocados na rua e como reagem? Qual a resposta do ser humano à agressividade e impulsividade dos outros?

E, hoje em dia, é diferente? Infelizmente não! Os seres humanos evoluíram tão pouco. Reagem basicamente por impulsos! Por mais que se diga, continuam a reagir por impulsos!

E isso contribui para a Felicidade? A agressividade não gera agressividade? A impulsividade não gera conflitos e discussões?

Se os seres humanos sabem que existe algo mais por trás que permite o acesso ao bem-estar interior e à Felicidade, porque razão não procuram melhorar?

Parece-me claramente que a solução se chama Inteligência Emocional!

Temos que aprender a reagir superiormente. A nossa caminhada deverá ser essencialmente o crescimento e a evolução. Será que não temos capacidade de reagir de outro modo, que não apenas por impulsos? Será que não conseguimos perceber que o controle das emoções negativas é o caminho? Porque razão não devemos trabalhar o nosso eu interior no sentido da gestão das emoções negativas?

As emoções negativas deverão ser trabalhadas, deverão ser geridas e, sobretudo, controladas!

E conhecendo as nossas emoções, teremos a capacidade para tentar perceber e compreender as emoções dos outros seres humanos. E aí residem as relações interpessoais. E aí reside a sensibilidade aos outros. E aí teremos a capacidade de compreender os outros seres humanos, perceber as suas atitudes e os seus comportamentos. Assim teremos o binário eu-outros a funcionar em pleno, em respeito mútuo e compreensão.

Vivendo melhor connosco e com os outros, teremos mais hipóteses de ser feliz e de caminharmos sorridentes pela vida. E aí, cresceremos e evoluiremos como seres humanos.

 

22-10-2005

O que é a Felicidade?

Não existe uma definição para a palavra Felicidade.

Não existe definição de Felicidade!

Mas a felicidade existe! É possível! É real! Não é ilusão!

E ser feliz não é de certeza sinónimo de momentos de Felicidade! Momentos de Felicidade são apenas momentos agradáveis que acontecem a cada um de nós, quer em termos de trabalho, quer em termos de vida pessoal e familiar.

Penso que a noção de Felicidade é subjectiva, é perfeitamente variável de caso para caso. E, sobretudo, é variável o conceito que temos de Felicidade.

O meu conceito de Felicidade é composto por vários componentes:

- INTELIGÊNCIA EMOCIONAL - subdividida nos seus 3 componentes : autogestão emocional, conhecimento do nosso eu interior e assertividade/empatia.

- VIVER INTENSAMENTE O MOMENTO PRESENTE - Não desperdiçarmos o tempo, um bem tão precioso, que se esgota, quando não se vive . Não viver no passado, nem no futuro, mas o AGORA. E darmos tudo o que temos em cada momento, como se fosse o último instante de vida.

- A NOÇÃO DE QUE OS ERROS SÃO ELEMENTOS DE APRENDIZAGEM – entender os erros como degraus numa escalada que visa o crescimento pessoal.

- ESTAR CONTENTE COM O QUE TEMOS - aprendermos a valorizar o que temos, quer em termos profissionais, pessoais e familiares . E não pensarmos que poderíamos ser felizes com isto ou aquilo, com esta pessoa ou aquele dinheiro. No fundo, apreciar e incentivar a simplicidade.

- ESPERANÇA - nunca deixarmos de acreditar que podemos ser melhorar e alcançar os objectivos a que nos propusermos.

- AMOR - o que fazemos, as pessoas....termos a noção de que darmos amor é receber.

- AS DECISÕES QUE TOMARMOS SÃO ELEMENTOS DE CRESCIMENTO - diariamente temos que fazer decisões , quer nisto ou naquilo . São passos necessários.

- SER ÍNTEGRO - porque a honestidade e a sinceridade são necessárias para o bem estar interior . E o bem-estar interior é o elemento mais importante na sensação de plenitude.

- AUTOESTIMA - só com uma boa auto estima aprenderemos a valorizar-nos e a valorizar os outros.

Apreciados no seu conjunto os diferentes componentes de Felicidade dar-nos-ão a sensação de paz interior e de plenitude. Integrados no seu conjunto poderemos dizer que somos felizes.

Não é necessário ter muito para ser feliz, mas é necessário trabalhar muito o eu interior para sermos felizes.

E sem muito trabalho nada se consegue. Mas depois, é gratificante....afinal pode ser tão simples ser feliz, ter a alegria de viver, de nos deleitarmo-nos com a vida, de sorrir à vida e ao mundo.

 

21-10-2005

Resistência da roda viva

A roda da vida gira sem cessar pelas diferentes bandeiras, com simplicidade, harmoniosa e incessante.

Mas, em cada acontecimento ou situação, em cada momento, existem resistências a essa mesma roda da vida; resistências e obstáculos dentro de nós e que nos impedem de alcançar essas bandeiras da virtude. E são 10 também:

- O ORGULHO - um dos maiores defeitos do ser humano ; o querer ter sempre razão, a percepção de ser o melhor em tudo...e de que somos os donos da verdade.

- TEIMOSIA - não reconhecermos os nossos erros, sabe-se lá porque razão...e persistir nesse erro, mesmo com evidência contrária da verdade.

- JULGAR - quem somos nós para julgar os outros, quem somos nós para pensarmos que somos os donos da verdade?

- CULPA - um erro comum, assumirmos Culpa, em vez de responsabilização pelas nossas decisões e pelos nossos actos . Quando decidimos algo, devemos pensar apenas que é a nossa melhor decisão naquele momento e naquele contexto. Devemos isso sim é assumir a responsabilização.

- COMPARAÇÕES - porquê comparamo-nos com este ou aquele ? Os outros são os outros e nós somos nós. Porquê compararmo-nos com o melhor ou o pior? Os contextos são diferentes: temos que perceber isso!

- OPINIÃO DOS OUTROS - devemos saber ouvir a opinião dos outros e respeitar essa opinião, mas isso nunca deverá ser decisivo em qualquer decisão que tomemos ! Valorizá-la apenas quanto baste e não mais do que isso!

- MEDO - inúmeras causas de medo, autolimitantes...e que nos impedem de usufruir verdadeiramente dos verdadeiros momentos e inclusive de tomar decisões que poderiam mudar completamente o rumo da nossa vida.

- CIÚME - não mais do que o medo de perder...algo, ou alguém ; por insegurança nossa, por incapacidade de assumirmos o nosso verdadeiro valor...deitamos tudo a perder.

- INVEJA - querer e desejar para nós o que é dos outros....e, acima de tudo, querer que os outros não tenham!

Roda que roda, roda que gira, sem parar ...e cujos ponteiros são afinal os nossos pensamentos e os nossos sentimentos !

Os nossos pensamentos é que determinam a nossa roda de vida.

Os nossos pensamentos é que determinam as diferentes bandeiras e resistências.

Os nossos pensamentos é que determinam o caminho da Felicidade.

Os nossos pensamentos é que determinam o que somos.

ENTÃO, SE NÃO ESTAMOS BEM, SE NÃO SOMOS FELIZES, PORQUE RAZÃO NÃO MUDAMOS OS NOSSOS PENSAMENTOS?

Penso mesmo que o código da vida está nos nossos pensamentos!

A vida tem um código...e a chave está nos nossos pensamentos!

 

21-10-2005

Roda da vida/roda da felicidade

A vida é uma roda, que gira sem parar, de cores diversas e acontecimentos incessantes, bons e maus, previsíveis e inesperados. Entendida nas suas diferentes variantes é composta basicamente por 10 bandeiras, que se agitam, que se hasteiam, que se arreiam e que se coloram, conforme os nossos pensamentos e sentimentos:

- O AMOR - o verdadeiro motor da roda da vida, expresso nas suas diferentes formas : o amor em geral, o amor paixão e o amor família.

- A PACIÊNCIA - elemento indispensável para vencer : o saber esperar, a capacidade de não nos precipitarmos e saber aguardar pelo momento certo.

- DETERMINAÇÃO - empenhamento e luta pela abordagem estabelecida ...sem nunca desistir . Determinação, força de vontade e persistência são os pilares do sucesso.

- AUTOESTIMA - a capacidade de amar primeiro o nosso eu interior, para depois termos a capacidade de amar os outros ....sem ser narcisista e sem sermos egocêntricos.

- HUMILDADE - ter a capacidade e a honestidade de reconhecer que estamos continuamente a aprender e que não somos mais do que um ser humano que erra e que aprende com esses erros.

- OBJECTIVOS - estabelecer um objectivo de vida e uma meta são estímulos para continuar a caminhada e superar os obstáculos que nos surjam . Sem objectivos, seremos como um barco sem rumo no mar alto. Não ter objectivos....é perder.

- ESPERANÇA - ter a capacidade de nunca deixar de acreditar, de nunca baixar os braços, e continuar sempre...

- TEMPO - ter a noção de que somos uma ínfima parte do tempo; de que o tempo é que é importante e nós não. E se o queremos alcançar só nos resta viver o momento presente com a máxima intensidade. O momento presente é a única parte do tempo que nos pertence. Quer o passado, quer o futuro, não são nossos.

- EQUILÍBRIO - o sentido de equilíbrio nas atitudes e comportamentos é a ponte de equilíbrio que nos permite ultrapassar o rio das dificuldades . Sem exageros e sem défices, conseguiremos caminhar calmamente e serenamente nessa ponte. Manter esse equilíbrio para vencer as dificuldades.....

- TOLERÂNCIA - Percepção de que não há seres humanos perfeitos . Todos temos imperfeições, ou por falta de oportunidades, por falta de educação ou desmotivação. Todos os seres humanos são o resultado de um contexto em que se situam e que determina o que somos.

 

18-10-2005

Máscaras e muralhas ...

Fruto de insegurança, fruto de desconfiança, frequentemente somos confrontados com uma situação paradigmática: queremos confiar, queremos amar, mas não deixamos de desconfiar...Desconfiar, desconfiar, desconfiar....

E pensamos que colocando um escudo entre nós e os outros estaremos mais seguros. É um mecanismo de defesa dizem....para já não falar em máscaras, dissimulações......

Penso que devemos ter, acima de tudo, a noção de integridade corporal e mental, e depois quebrar estes falsos mecanismos de defesa, derrubando as muralhas…

E como se desfazem estas muralhas? Apenas e tão só através duma maior abertura em termos de sentimentos e emoções. Falar claramente sobre emoções, além de libertador, é, sobretudo, uma forma de auto descobrimento e uma forma de estabelecer inter relações pessoais.

Se não colocarmos as muralhas, seremos mais calorosos, mais generosos, mais tolerantes...e teremos a capacidade de pensar e sentir o outro....

E falando de emoções, teremos uma capacidade maior de as sentir...além duma maior capacidade de nos relacionarmos com os outros. E nós não estamos sós! Vivemos em Sociedade, estabelecemos relações quotidianamente.

E o sabermos relacionar-nos é um passo importante para a sensação de plenitude. Sentirmos que não estamos sós, sentirmos que a nossa presença é querida, sentirmos que somos importantes.

Tudo isto porque alguém aprendeu a falar de emoções....tudo isto porque alguém aprendeu a sentir....

 

16-10-2005

Caminhos ...

A vida....o significado da vida.....é apenas a versão simplificada dum caminho a percorrer... Desde o nascimento até à morte temos todos um caminho a percorrer, que não é apenas o simples acto de caminhar, mas o saber caminhar....

Entendo que na vida encontramos dois tipos de pessoas, as pessoas adormecidas e a pessoas despertas. A grande maioria, infelizmente, está adormecida. Adormecida em termos de evolução como ser humano, adormecida em termos de crescimento pessoal. O ser humano nasce como um ser basicamente reagindo a impulsos; é submetido a um conjunto de emoções e a sua resposta é impulsiva. O crescimento pessoal, a transformação interior, tem a ver com um processo complexo, com um acontecimento causal, habitualmente, o sofrimento, e através dum trabalho interior intenso, despertar a caminhar...mas caminhar com uma paz interior e com a sensação de plenitude. Porque razão há tão poucas pessoas despertas? Porque razão as pessoas não sentem necessidade de despertar, já que estar adormecido equivale a um estado de não felicidade... São perguntas sem resposta!

No entanto, os obstáculos que vamos encontrando no caminho que percorremos fazem parte do processo de crescimento! E sem esses obstáculos nunca poderemos crescer!

Porque antes de mais, para se conhecer o bem, tem que se conhecer o mal. A tal noção de equilíbrio! Ponto de equilíbrio essencial para se poder caminhar em segurança.

E antes de tudo, a noção de que o ponto de partida para a felicidade, não é atingir a meta ou o cume, mas a atitude com que caminhamos, a maneira como caminhamos.....

Afinal o significado da vida pode ser descodificado de um modo simplista...porque só a simplicidade e a humildade permite a caminhada no caminho da felicidade...

E também o amor....ingrediente básico nesta caminhada! Só dando amor se pode receber! Dar e receber amor....afinal tão simples, mas tão difícil, porque as pessoas deixaram de acreditar! Estamos todos a navegar no mar da desconfiança! Desconfiamos de tudo e todos! Não acreditamos em ninguém, não acreditamos no amor!

Queremos amar, mas não acreditamos!

No fundo, o ser humano percorre um pântano imenso, onde deseja a felicidade, mas não acredita nela....

 

15-10-2005

Felicidade versus inteligência emocional

Falar de felicidade é falar de algo indefinível, algo que todos os seres humanos procuram, mas que poucos a sentem. E sentir alguns momentos de felicidade não é certamente sinónimo de felicidade, no sentido pleno da palavra. O que é a felicidade? É a meta, é o cume? É o atingir do objectivo? Ou será a caminhada, a atitude perante o momento presente, a nossa reacção emocional perante os acontecimentos que nos ocorrem? E aqui o papel das emoções.....o modo como reagimos ás situações...emoções negativas...emoções positivas...e, no fundo a gestão dessas próprias emoções no sentido de criar um bem-estar interior, que nos permitirá sentir a plenitude...algo para desvendarmos...algo para estudarmos...algo para discutirmos.....na procura da tal felicidade...

 

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